Dois imóveis públicos foram retirados da lista de bens que poderiam ser usados no plano de fortalecimento econômico-financeiro do Banco de Brasília.
A nova lei altera a legislação aprovada em março, que autorizou o DF, como acionista controlador do BRB, a adotar medidas para recomposição e fortalecimento da estrutura financeira do banco.
Segundo a justificativa encaminhada pelo Executivo à Câmara Legislativa, os dois imóveis têm restrições relacionadas à destinação e a questões ambientais.
Com a sanção, a área da Serrinha do Paranoá e o imóvel usado em serviços de saúde no SIA deixam de integrar a lista de bens que poderiam ser utilizados no plano de capitalização.
A medida mantém os demais imóveis previstos na legislação original e preserva os instrumentos autorizados para fortalecimento do BRB.
No fim de abril, Celina Leão se reuniu com o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, o secretário de Economia do DF, Valdino Oliveira, e o presidente do BRB, Nelson Antônio de Souza, para tratar de questões técnicas ligadas ao banco.



