Acolhe DF registra 806 atendimentos e amplia tenda itinerante

Serviço voltado a pessoas em vulnerabilidade terá atendimento na 702 Sul a partir desta segunda-feira

O Acolhe DF chegou a 806 atendimentos em dez meses, de acordo com balanço divulgado pela Secretaria de Justiça e Cidadania. O programa atende pessoas em situação de vulnerabilidade social, especialmente população em situação de rua e pessoas com dependência de álcool e outras drogas.

Entre os atendidos, 279 aceitaram voluntariamente encaminhamento para unidades terapêuticas conveniadas e fiscalizadas pela Sejus-DF. O atendimento é feito por meio de abordagens sociais, escuta qualificada e orientação sobre possibilidades de acolhimento e tratamento.

Somente nos últimos 30 dias, o programa registrou 106 atendimentos e 26 encaminhamentos para acolhimento e tratamento especializado. As equipes são formadas por profissionais das áreas social e da saúde e atuam em buscas ativas em pontos estratégicos do DF.

Na semana passada, o Acolhe DF esteve na Asa Norte, em formato de tenda itinerante. O espaço serviu para orientar moradores, realizar abordagens sociais e encaminhar pessoas que precisavam de apoio para atendimento especializado.

A partir desta segunda-feira (25), o atendimento será transferido para a 702 Sul, ao lado da Igreja Dom Bosco. A mudança faz parte da ampliação das ações itinerantes, que levam a estrutura do programa a regiões com demanda identificada pelas equipes.

Além do encaminhamento para tratamento, o programa oferece acompanhamento psicossocial e apoio à reconstrução de vínculos familiares e comunitários. O atendimento depende da adesão voluntária da pessoa abordada, preservando a lógica de cuidado e respeito à individualidade.

A Sejus-DF afirma que a tenda itinerante amplia o contato direto com a população e melhora a capacidade de identificar quem precisa de suporte. O balanço de dez meses indica continuidade da política pública e aumento da presença das equipes nas ruas.

O formato itinerante permite que a equipe mude de endereço conforme o mapeamento das demandas. Com isso, o atendimento se aproxima de comunidades e pontos onde há maior necessidade de orientação, acolhimento e encaminhamento especializado.