DF firma parceria para levar tecnologia ao sistema penitenciário

Cooperação técnica prevê integração de dados, controle de acesso e apoio a programas de ressocialização

As secretarias de Ciência, Tecnologia e Inovação e de Administração Penitenciária oficializaram uma parceria para modernizar o sistema penitenciário do DF. A cooperação técnica foi publicada no Diário Oficial do Distrito Federal de quarta-feira (20) e reúne ações de gestão, segurança e transformação digital.

O acordo reúne tecnologia, inteligência de dados e transformação digital. Entre as ações previstas estão sistemas informatizados de gestão penitenciária, soluções de monitoramento eletrônico, mecanismos de segurança e controle de acesso, além de manutenção de plataformas digitais.

A parceria também prevê integração de bases de dados e interoperabilidade entre plataformas institucionais. Essas medidas devem permitir troca de informações entre sistemas usados na gestão penitenciária e apoiar decisões administrativas no acompanhamento das unidades.

Outro ponto da cooperação é o desenvolvimento de ferramentas de análise de dados, inteligência e automação. O texto divulgado também cita ambientes de inovação, laboratórios, programas-piloto e projetos de pesquisa aplicados ao sistema prisional.

A modernização não ficará restrita à gestão. O acordo prevê apoio tecnológico a programas de educação, capacitação digital e ressocialização de pessoas privadas de liberdade, com foco em formação e inclusão por meio da tecnologia.

A infraestrutura tecnológica das unidades prisionais também está entre os eixos do plano. A intenção, conforme a publicação, é contribuir para uma gestão mais eficiente, segura e integrada no sistema penitenciário do DF, com uso de ferramentas digitais.

O secretário de Administração Penitenciária, Wenderson Teles, afirmou que a parceria permite avançar em soluções de gestão, segurança institucional e otimização de fluxos. Ele também citou o uso de ferramentas tecnológicas em ações de educação, capacitação e inclusão digital desenvolvidas pela Seape no ambiente penitenciário, além de pesquisas aplicadas e programas-piloto voltados ao contexto prisional.