Funcionária de companhia aérea é citada por Dino em relato de ameaça

Ministro do STF afirmou que episódio ocorreu em aeroporto paulista na manhã de segunda-feira

O ministro Flávio Dino, do STF, afirmou ter sido alvo de uma ameaça de morte em um aeroporto de São Paulo. O relato foi publicado por ele em uma rede social nesta segunda-feira, 18.

De acordo com Dino, uma funcionária de companhia aérea abordou um agente da Polícia Judicial e disse que queria insultá-lo. Na sequência, segundo o ministro, a mulher teria declarado que seria melhor matar do que insultar.

O ministro relacionou o episódio ao trabalho que exerce no Supremo Tribunal Federal. Na mesma manifestação, defendeu campanhas de educação cívica antes das eleições de outubro.

O presidente do STF, Edson Fachin, divulgou nota em solidariedade a Dino. Fachin condenou a ameaça e afirmou que agressões contra integrantes do Judiciário afetam a independência institucional.

O caso foi tratado publicamente a partir da versão apresentada pelo ministro. A Agência Brasil informou ter procurado a assessoria de Dino para obter novos detalhes.

A ameaça descrita por Dino ocorre em um contexto de preocupação com a segurança de autoridades públicas. O Supremo mantém estrutura de Polícia Judicial para proteção institucional e apoio a ministros.

No relato, Dino indicou que seguirá no exercício de suas atribuições no tribunal. A manifestação de Fachin reforçou a reação institucional do STF ao episódio.

A fala do ministro também mencionou a necessidade de ações educativas voltadas à cidadania. A referência foi feita em meio à proximidade das eleições de outubro.

O episódio envolve uma autoridade do Judiciário e uma ameaça relatada em espaço público de grande circulação. Por isso, a reação do Supremo foi centrada na defesa da independência institucional.

A informação disponível se concentra no relato de Dino, na manifestação da presidência do STF e na busca da Agência Brasil por novos detalhes junto à assessoria do ministro.

A menção à Polícia Judicial indica que o episódio foi percebido no ambiente de segurança institucional do tribunal. O relato não altera as atribuições do ministro, que afirmou que seguirá atuando no Supremo.