Presidente do Iges-DF promete mudanças para reduzir superlotação em hospitais e UPAs do DF

Nova gestão afirma que já iniciou revisão estrutural, criação de gabinete de transição e medidas para ampliar a eficiência da rede pública de saúde

Reprodução/Youtube Vozes da Comunidade

A presidente do Iges-DF, Eliane de Souza Abreu, afirmou neste sábado (23), durante entrevista ao programa Vozes da Comunidade, que a nova gestão do instituto já iniciou uma série de medidas para tentar melhorar a eficiência operacional dos hospitais e das UPAs administradas pelo órgão.

Segundo Eliane, uma das primeiras ações adotadas após assumir o comando do instituto foi a criação de um gabinete de transição voltado para enfrentar os pontos considerados mais críticos da saúde pública no DF.

“Já na primeira semana, dentro do instituto, eu instaurei junto com o time um gabinete de transição para que a gente, dentro dos pontos mais críticos da saúde pública e para atender, na verdade, os interesses da saúde pública, a gente não se perca e a gente tenha um norte para essa organização”, afirmou.

Durante a entrevista, a presidente destacou que pretende implementar uma metodologia baseada em governança clínica, com foco na revisão da estrutura interna, análise de resultados e melhoria da eficiência dos serviços prestados à população.

Eliane afirmou que um dos principais desafios da gestão é enfrentar a superlotação nas unidades de saúde e garantir maior capacidade de atendimento nos hospitais e nas UPAs.

“Nesse sentido, a revisão da estrutura, de fato, me permite trabalhar com o desafio da superlotação nos hospitais, trazendo o foco para o que de fato é a atividade fim do instituto, que é a assistência”, disse.

A presidente também afirmou que a gestão pretende atuar para melhorar o fluxo de atendimento e garantir que o sistema de saúde tenha retaguarda suficiente para funcionar com maior eficiência.

Entre os eixos prioritários citados por Eliane estão as áreas administrativo-financeira, assistencial e de gestão de pessoas, incluindo contratação e reposição de vagas.

“O desafio de gerir a saúde pública é intenso, é grande e é complexo, mas precisamos garantir eficiência e efetividade para entregar o que a população espera do instituto”, declarou.