Biotic leva inovação do DF à AgroBrasília e apresenta startups do agro

Parque tecnológico participou de painéis, podcast e rodada de pitches no espaço dedicado à tecnologia rural

A AgroBrasília 2026 abriu espaço para projetos de tecnologia desenvolvidos no DF, com participação do Parque Tecnológico de Brasília no Espaço AiTec. O Biotic ocupou a área entre 19 e 22 de maio com debates, apresentação de empresas residentes e soluções voltadas à inovação no campo.

O ambiente AiTec foi criado para aproximar startups, pesquisadores e setor produtivo dentro da feira. A publicação informa que o pavilhão recebeu 15 mil pessoas em fluxo rotativo durante os cinco dias do evento, reunindo produtores, estudantes, investidores e interessados em tecnologias aplicadas ao agronegócio.

Na agenda técnica, o Biotic promoveu o painel “Brasília: O Novo Hub das Deep Techs”. O encontro teve representantes da Embrapa, da Cotidiano Aceleradora e da Universidade Católica de Brasília, com discussão sobre tecnologias baseadas em pesquisa científica e o posicionamento da capital nesse mercado.

O parque também apresentou empresas que atuam dentro do seu ecossistema. Entre elas estiveram a Spin Engenharia, ligada a eficiência e transição energética, a Cotidiano Aceleradora, o Serpro e a Peptidus, empresa voltada a biotecnologia e saúde de vanguarda, além da presença institucional do próprio Biotic.

A participação incluiu presença no AiTecCast, podcast oficial da AgroBrasília transmitido ao vivo pelo YouTube. O tema foi a atração de investimentos de base tecnológica para o DF, em diálogo com o perfil da feira de unir negócios, sustentabilidade e competitividade no campo.

O Instituto de Pesquisas Tecnológicas, residente do Biotic, levou uma palestra sobre inovação aplicada e normas de segurança em máquinas agrícolas. Startups selecionadas por edital público também apresentaram pitches com soluções de inteligência artificial voltadas ao agronegócio, abrindo espaço para parcerias comerciais e investimentos.

A agenda reforçou a conexão entre tecnologia, pesquisa e produção rural dentro da feira. Para o DF, a presença do parque tecnológico funcionou como uma vitrine de empresas e instituições que atuam em inovação aplicada, com foco em soluções que já dialogam com demandas do setor agropecuário.